domingo, 20 de setembro de 2009
Negócios, Networking e Twitter
Empresas e profissionais que desejam construir uma excelente rede de relacionamentos, precisam se atualizar. O mundo atual, cobra um preço bastante alto, daqueles que ainda não se adaptaram às inovações tecnológicas. Estar presente, em ambientes virtuais como o Twitter, virou quase obrigação. Até parece que voltamos no tempo, quando, ainda pré-adolescentes, ouvíamos os amigos da escola ou do bairro perguntarem, se ainda não tínhamos comprado o tênis ou a calça da moda. Hoje, somos medidos pelas redes sociais que frequentamos. Mas a verdade é que, estar presente no mundo virtual, tem seus benefícios, e posso afirma que são muitos!
Para os que sonham com uma rede de negócios ampla, bem horizontalizada e com membros influentes, desenvolver relacionamentos é fundamental. Não importa se isso acontece pela internet, celular ou tête-à-tête, o que interessa de fato, é o seu desempenho nesta atividade. Construir e desenvolver redes de relacionamento produtivas, é tarefa para profissionais, pessoas que realmente se dedicam ao ato de construir amizades, seja no âmbito corporativo ou não, afinal, todos nós trabalhamos com alguma coisa, e certamente um dia, indicaremos ou precisaremos dos produtos ou serviços de outros.
Se analisarmos bem. Qual a diferença entre todas estas ferramentas de mídia social que surgiram nos últimos tempos? Para mim, somente as formas como elas são acessadas! Só isso! Pois o D.N.A de todas elas chama-se R-E-L-A-C-I-O-N-A-M-E-N-T-O. Nós, seres humanos, temos uma necessidade altíssima de manter contato, conversar, trocar experiências, estar perto de outras pessoas, nem que seja, para apenas ver o que elas estão fazendo, gente gosta de gente! Somos seres sociais, extremamente interligados, e precisamos sempre, saber o que acontece com o outro, seja ele de outro bairro, estado ou país.
É exatamente isso que se esconde debaixo de todas estas novas formas de comunicação, precisamos aprender a utilizar tais ferramentas em nosso favor, não importa à qual você pertence, Orkut, Facebook, Flickr, MySpace, Youtube, Linkedin, você precisa ser um bom gestor destes espaços, um gestor de relacionamentos.
Segundo a revista Veja, nenhum outro país do mundo, possui tantos adeptos de redes sociais como o Brasil, ultrapassando a casa dos 29 milhões de usuários. O Twitter, também não foge a regra, e muitos apostavam que ele não iria deslanchar, mas dia-a-dia, milhares de pessoas no mundo, encontram uma nova função para ele, e ainda criam programas e funcionalidades para maximizar o desempenho desta ferramenta. Para termos uma idéia, o número de pessoas cadastradas no Twitter em 2008, teve um crescimento de 900%, e atualmente já passam de 55 milhões. Mas o que importa nisso tudo, é aprender como utilizar estas ferramentas em nosso favor, e de que forma, vamos aumentar e qualificar nosso Networking.
Informações aparentemente irrelevantes nas redes sociais, revelam o perfil consumidor de milhares de clientes, minuto a minuto, e isso vale ouro para empresas que desejam melhor posicionamento no mercado e preocupam-se com seu branding. Podemos assim, perceber o poder que estas redes sociais terão em poucos anos, quando estivermos falando não mais de Web 2.0, mas sim de versões 3.0 ou 4.0, que priorizarão o cruzamento destas informações. Uma inteligência coletiva, que traçará um perfil macro deste consumidor do futuro, que terá suas opiniões e hábitos de consumo mapeados detalhadamente, desde de o que você lê, escuta e assiste, até ao que você come, bebe, veste e pratica, enfim, você será a moeda do futuro! E neste novo mercado, um Networking bem estruturado e administrado será essencial para o sucesso!
Hoje, a grande parte daqueles que utilizam o Twitter, gera e consome conteúdo, seja ele pessoal, jornalístico ou de negócios, e as pessoas deixam ali, sem perceber, seus hábitos, seus costumes, um pequeno diário de seus cotidianos. Surge um novo mundo, comandado pelas mídias sociais, no qual a informação sai do formato, um para muitos, e transforma-se em um grande fenômeno de descentralização. Gerando assim, conteúdo de muitos para muitos!
No caso específico do badalado Twitter, as finalidades são muitas, e a cada dia, surge um novo Gadget, uma nova função, que pode maximizar relacionamentos e principalmente os negócios. Por exemplo, tenho muitos seguidores que me enviam de tudo, profissionais contando fatos corriqueiros do seu cotidiano, pedidos de emprego, perguntas sobre o mundo dos negócios, agências de notícias que em tempo real revolucionam o jornalismo moderno, e empresas vendendo seus produtos e serviços. Mas o que realmente acho incrível, são aqueles que já descobriram no Twitter, além de uma excelente ferramenta de vendas, um fantástico e primoroso construtor de redes de relacionamento, que bem cuidado, pode maximizar seu Networking e render muitos novos contatos e negócios.
Twittar é uma tarefa extremamente importante quando nosso objetivo é ser visto! E além de divulgar nossa imagem e ou produto, receber em tempo real, o feedback do consumidor, que pode expressar-se por um canal direto. E é esta atenção e velocidade que cativa, mas para que o “encanto” não se quebre, é preciso estar de olhos abertos, e atento às necessidades, respondendo dúvidas e reclamações de maneira rápida, cordial e profissional.
Costumo usar o Twitter para divulgar negócios e lançamentos de minhas empresas, notícias que acho pertinentes aos meus seguidores, artigos que escrevo, e também, como um forte canal direto de relacionamento. E já conheço um bom número de empresários, que abriram seus olhos para esta nova ferramenta, e utilizam o miniblog para conversar com seus consumidores, lançar promoções e vender produtos variados, que vão de canetas e celulares, até lanchas, casas, carros e aviões.
É disso que estou falando, mobilidade aliada a habilidade para gerar negócios e para construir relacionamentos! Por isso, precisamos realmente aprender como e quando fazer uso destas inovações, os horizontes são imensos, posso até dizer, sem limites! Pois esta cascata tecnológica que cai sobre nós, gera mais inovações em cadeia, e este avanço, está nos levando para um novo e diferenciado modelo de relacionamento, no qual, os negócios acontecerão sem limites físicos. Mas não devemos esquecer, gente é gente! Gostamos de nos relacionar, conversar, ter atenção, conhecer pessoas e culturas diferentes, e Networking se desenvolve assim, dizendo pra todos o que você faz, batendo papo, sendo visto, e principalmente, sendo lembrado!
Se você ainda não faz uso das mídias sociais, faça uma experiência, é de graça! Crie perfis específicos para os tipos de relacionamento que deseja ter, pessoais ou corporativos. Tenha cuidado ao misturar vida pessoal e trabalho! Seja extremamente cordial, sério e profissional. Esta política é observada e respeitada por aqueles que participam de tais mídias, e você logo perceberá, que os resultados começarão a surgir, e poderá então, reconhecer de imediato, aquilo que não funciona e o que funciona de fato no seu caso. Lembre-se que você não precisa participar de todas as redes sociais existentes, e com o tempo e experiência, naturalmente utilizará mais, aquelas que melhor se adaptam ao seu perfil, e que lhe trazem maior número de feedbacks.
Para encerrar, eu não poderia terminar este artigo, sem convidar a todos para um bate-papo no Twitter, estou à disposição daqueles que desejam conversar um pouco mais a respeito de Networking, esta nobre arte de construir relacionamentos, e também, aberto a oportunidades e a realização de bons negócios!
Nos vemos no twitter.com/fabioazevedo , até lá!
Fábio Azevedo
www.twitter.com/fabioazevedo
www.saladetreinamento.blogspot.com
www.fabioazevedo.net
*Fábio Azevedo
Empresário, Diretor de Desenvolvimento e Relacionamento com o Mercado da GT Editora. Escritor, roteirista, professor, palestrante, consultor de negócios na área imobiliária e de franchising. Colunista e articulista, escreve no Brasil e exterior para várias revistas, jornais, sites e portais na internet, sobre vendas, networking, gestão, liderança, franquias, marketing, estratégia, inovação e empreendedorismo.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Para quem eu trabalho?
Para quem eu trabalho?
Por Marcelo Gonçalves*
Vivemos um momento em que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo. Algumas qualificações profissionais consideradas diferenciais no passado passaram a ser obrigatórias. Possuir fluência
Antes de responder à pergunta anterior, devemos nos perguntar: Para quem eu trabalho?
Muitos responderão o nome do seu líder ou da empresa. E é nesse exato momento que começamos a notar a diferença entre um profissional com uma carreira de sucesso e outro que apenas sobrevive às diversas crises.
Enquanto o profissional não mudar sua forma de pensar e parar de considerar que trabalha para "alguém", é muito provável que ele se sinta explorado, ou comece a refletir diversas vezes durante o dia que não é remunerado adequadamente para uma determinada ocupação. Dessa forma, é inevitável que tire o pé do "acelerador", fazendo o mínimo possível para não ser disponibilizado ao mercado, termo que prefiro utilizar em lugar de demitido.
Então, a resposta não parece simples, mas é importante pensar em quem é o responsável pelo seu Curriculum Vitae (CV). Certamente, a partir daí, você poderá chegar à conclusão de que a cada dia construímos um pouco mais nosso CV. Dessa forma, se deixar de produzir um dia, não tenha dúvidas de que amanhã vai acordar valendo o mesmo que hoje, entretanto, estará menos competitivo, pois novos profissionais ingressam todos os dias no mercado de trabalho e provavelmente trazem experiências que você deixou de adquirir.
Não há segredos: somos remunerados pelo conhecimento que temos e, principalmente, pela forma como utilizamos esse conhecimento. É importante destacarmos que caso você receba uma proposta para a qual será remunerado por um valor muito superior ao que sabe que "vale" no mercado, não pense apenas que tirou a sorte grande, pois é muito provável que existirão riscos e, infelizmente, por olhar apenas para o salário, não conseguirá percebê-los, entrando em uma "linda piscina gelada".
O profissional que quer construir uma carreira sólida e conquistar o sucesso sustentável deverá ter sempre em seus pensamentos a importância de se ser paciente para esperar o momento certo de ser promovido; respeitar a todos colaboradores, independente do cargo que ocupam; ter postura para servir como exemplo e referência; estudar muito e motivar a equipe para que faça o mesmo. Dessa forma, terá tudo para construir uma carreira de sucesso, mas que poderá ser bruscamente interrompida se o profissional pensar que é simplesmente o cargo que ocupa.
Construa tudo isso, mas nunca aja com arrogância, pois a soberba mata a carreira de qualquer profissional. Ética, transparência e dedicação são três palavras simples, mas que fazem a maior diferença.
*Marcelo Gonçalves é sócio-diretor da BDO Trevisan.
Colega jornalista,
Para eventuais pedidos de entrevista com profissionais da BDO Trevisan sobre o tema do release e do artigo acima ou sobre outros assuntos, entre em contato conosco. Caso publique ou divulgue as informações, por favor, avise-nos, se possível, respondendo a este e-mail para que possamos manter nosso clipping sempre em dia
Um grande abraço,
Carlos Brazil
BDO Trevisan Auditores Independentes
Assessoria de Imprensa
Jornalista responsável Carlos Brazil (MTb 24.098)
Tel. 11 3138-5308 Cel. 11 9347-4901 e-mail carlos.brazil@bdotrevisan.com.br
Supervisor
Tel. 11 3675-5444 e-mail augusto.diniz@viveiros.com.br
www.bdotrevisan.com.br
ARTIGO: Muito prazer, esse sou eu
Luiz Gonzaga Bertelli*
Chegou a primeira temporada de fartura de oferta de estágios. Nessa época, em razão da conclusão de cursos de muitos estagiários ou do encerramento de contratos de outros tantos, aumenta o volume de vagas em aberto. Diante desse cenário favorável, o CIEE recomenda que os interessados atentem para dois pontos. O primeiro é a consulta constante às vagas disponibilizadas no site www.ciee.org.br. O segundo é a atualização do currículo postado no banco de dados do CIEE, pois a ausência de um quesito por exemplo, a conclusão de um curso de idiomas ou de informática poderá significar a perda da contratação.
Aqui, vale um conselho: o primeiro passo que o recrutador dará, para preencher uma vaga de estágio, é analisar o currículo do candidato.
Mas redigir um currículo atraente não é tão difícil, pois há normas que servem de orientação. A regra mais importante é uma só: menos é mais, pois o selecionador raramente lerá mais de uma ou duas páginas de papel sulfite. Esse espaço é suficiente para conter os cinco blocos indispensáveis para organizar o conteúdo. O primeiro deve conter dados pessoais atualizados, incluindo números de telefone e endereço de e-mail. Depois, vem o objetivo, em que o candidato contará em poucas linhas qual é a área de interesse e um resumo de suas qualificações. No terceiro bloco, entra a formação acadêmica o nome da escola em que se cursou o ensino médio, no caso de candidatos universitários, aparece somente se for de extrema relevância , sem se esquecer de dizer qual é a previsão de término do curso.
O quarto bloco relacionará as experiências profissionais anteriores e pode ser suprimido, caso o jovem não as tenha. E, por fim, informações adicionais que podem diferenciar o candidato dos demais, tais como: conhecimento de idiomas e programas de informática; vivências internacionais; cursos, seminários e palestras a que tenha assistido, etc.
Todas essas dicas e muitas outras fazem parte do curso Currículo sem segredo, que é feito gratuitamente no site www.ciee.org.br. Os estudantes cadastrados no CIEE têm outro benefício: ao clicar a opção "Currículo" do portal, o sistema gera automaticamente e na formatação valorizada pelo mercado um documento com todas as informações previamente registradas. Agora ficou fácil.
*Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), da Academia Paulista de História (APH) e diretor da Fiesp.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Superempreendedores Brasileiros na XIV Bienal do Rio de Janeiro
*por Fábio Azevedo
Neste último fim de semana, conversando com um grupo de amigos, comentei que eu e meus sócios estaríamos presentes na XIV Bienal do Rio de Janeiro, e um deles me perguntou:
Isso parece loucura, como sua empresa sobrevive? Como se ganha dinheiro com histórias em quadrinhos no Brasil?
Feliz com a curiosidade, eu respondi o seguinte:
Dentro do cenário editorial nacional, os últimos anos têm trazido mudanças significativas, e a crise mundial também afetou severamente o mercado de publicações em quadrinhos.
Focado anteriormente na produção de conteúdo para um público majoritariamente infantil, e com poucas opções de títulos e autores, os leitores atuais já possuem maior variedade nas gôndolas de bancas e livrarias do País, contando com títulos que alcançam um maior público juvenil e adulto. Mas esta mudança veio acompanhada de fenômenos que causaram mutações no cenário global e nacional. Megaeditoras e seus títulos tradicionais, foram atingidas em cheio, e adaptações tiveram que ocorrer, para que personagens que arrecadam bilhões de dólares ao redor do mundo, não desaparecessem subitamente do setor de licenciamento.
No Brasil, o reinado de algumas editoras que publicam quadrinhos já beira os 40 anos, mas só agora, algumas delas, estão conseguindo se atualizar, dando novo formato aos seus personagens e publicações, sob pena de perderem definitivamente a atenção do consumidor, caso não se enquadrem no perfil de consumo desta nova e exigente geração.
Muitos ainda associam os personagens e suas histórias em quadrinhos a “coisas de criança”, mas neste mercado, também de “gente grande”, os ídolos de nossa infância valem muitos cifrões, e são sempre horizontalizados de forma multimídia, para que ocupem totalmente este precioso espaço nos seguimentos do comércio e indústria, desenvolvendo um processo de alavancagem que movimenta trilhões de dólares, abarrotando as prateleiras do varejo ao redor do globo.
Neste universo que há muito tempo vive entre ratos, patos, gatos e cachorros falantes, turminhas animadas e muitas aventuras, um seguimento específico ganha mais e mais “poderes” a cada dia, os super-heróis! Movimentando fortemente o setor de entretenimento com produtos para cinema, TV, internet, celulares, games e outras mídias, os superpoderosos personagens são responsáveis por faturamentos astronômicos, e os conglomerados corporativos que os coordenam, não abrem mão de conquistarem cada vez mais espaço no fantástico mundo do entretenimento. Situações que somente são percebidas por alguns, quando anúncios de mega-aquisições são feitos à imprensa mundial, como a realizada na última semana, pela Walt Disney Co., que fechou acordo para a compra da Marvel Entertainment Inc. por US$ 4 bilhões. A Marvel, hoje, é a editora de quadrinhos que publica super-heróis clássicos, como os X-Men, Homem-Aranha, Hulk, e conta com um portifólio de mais de cinco mil personagens. Com esta aquisição, a Disney visa crescer e ampliar a criação de conteúdos e empreendimentos, além de recuperar o espaço perdido em bancas e livrarias, já totalmente tomado pelos inúmeros títulos de super-heróis em todo o planeta, que retiraram das prateleiras, personagens históricos, como Mickey, Pato Donald e Tio Patinhas.
Este macromercado de super-heróis, possui suas raízes nas tão antigas e cativantes histórias em quadrinhos lançadas no início da década de 1900, e consagraram o estilo super-herói a partir de 1938, com o surgimento da revista do super-homem nos E.U.A. Este fenômeno mundial, vem despertando o interesse dos editores brasileiros para uma nova oportunidade, novas tendências mercadológicas que atingem um público enorme, formado por crianças, jovens e adultos, que passam de geração para geração, a sua paixão pelos heróis que povoam o inconsciente coletivo. Construindo assim, consumidores fiéis, que fazem de tudo para possuírem qualquer novidade a respeito de seus ídolos prediletos. Diante disto, podemos perceber, que este é um grande negócio, com vida longa, mas somente os extremamente competentes e persistentes conseguem sobreviver.
Desde muito jovem eu ouvia o seguinte ditado: “O empreendedor quando inicia seu negócio em meio às dificuldades, ‘é um louco teimoso’, mas quando vence e faz fortuna, é um ‘visionário’ que persistiu e acreditou no sonho!” No Brasil o mercado editorial de quadrinhos ainda engatinha. Pois poucos “visionários” entendem a amplitude deste universo, que ainda está virgem por aqui. Mas como diria o poeta, “toda grande jornada começa com o primeiro passo”, e sei que, vários outros “loucos visionários” estão comigo nesta caminhada.
Até agora, foram praticamente 1800 dias de trabalho ininterrupto desde o lançamento dos Guerreiros da Tempestade, grupo de super-heróis genuinamente nacionais, que arrebatou fãs no Brasil e também no exterior, ganharam força no mercado editorial nacional e tornaram-se uma publicação de referência no seguimento, conquistando seu espaço no mundo dos negócios, sendo escolhida como a melhor idéia do ano no setor de licenciamento, durante a feira Brazil Promotion Idea – 2006. Neste evento de dimensão internacional, nossa publicação concorreu com gigantes do mercado como: Universal Pictures; Warner Bros; Globo Marcas, Marvel (ITC América), entre vários outros pesos pesados internacionais. E Recebeu além do 1º e 3º lugares na categoria de marcas, personagens e celebridades, o título de 1ª licença de um universo de super-heróis brasileiros do mercado.
Como Empreendedor e Desenvolvedor deste projeto genuinamente brasileiro, utilizamos todos os nossos superpoderes e conquistamos nosso espaço, e pouco a pouco, estamos escrevendo nossos nomes na calçada da fama do mundo do entretenimento nacional.
A nossa publicação em quadrinhos já conquistou credibilidade e aceitação no mercado com os primeiros super-heróis brasileiros a entrarem no circuito editorial nacional, e chamaram a atenção de Diler Trindade, outro empreendedor “louco e visionário”, um dos produtores mais promissores do mundo, e atualmente o maior produtor cinematográfico do Brasil. Que decidiu transformar os Guerreiros da Tempestade, em um marco para o cinema nacional, pois fará com os personagens, o primeiro longa-metragem animado de super-heróis do País. Trazendo na bagagem mais de vinte anos de experiência, Diler é um dos “loucos visionários” mais importantes do mercado de cinema nacional, e acumula mega sucessos de bilheteria como as produções de: Renato Aragão, Xuxa, Maurício de Souza, entre vários outros cases bem sucedidos.
Outro “louco teimoso e visionário’”, que também enfrentou várias críticas, foi meu sócio e autor dos Guerreiros da Tempestade, Anísio Serrazul. Ele sempre acreditou que um dia veria seus personagens publicados e espalhados pelas bancas de todo o Brasil. E hoje, quando olhamos juntos para nossos resultados, nos orgulhamos de dizer, que os frutos deste sonho estão “voando” por aí, com seus uniformes estilizados, vivendo aventuras fantásticas, defendendo o nosso País de perversos vilões. E em breve, pousarão nas telas de cinema e nas TV’s de todo o Brasil, e ocuparão as prateleiras de todo o varejo mundial.
A espaçonave Guerreiros da Tempestade, que já alcançou altitude de cruzeiro, neste mês, conquista mais um destino, e lança uma edição especial de nossa publicação principal, para isso, convidamos a bordo, mais um parceiro para esta “missão”, a Editora Kelps, do empresário Antônio Almeida, que da mesma forma que toda a equipe dos Guerreiros, também é um “visionário”, conhecido por ser um dos maiores incentivadores da cultura na região centro-oeste do País. Este novo tripulante, leva os Guerreiros da Tempestade para o maior evento literário do Brasil, a XIV Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, que acontece de 10 a 20 de Setembro, no maior centro de convenções da América Latina, o Riocentro. Espaço no qual os Heróis Brasileiros estarão lado a lado, com outros tantos que desbravam e constroem a indústria de entretenimento nacional.
Como Empreendedor e Desenvolvedor do projeto Guerreiros da Tempestade, fico feliz de ter encontrado tantos “loucos” pelo caminho, e junto com eles, fazer parte deste projeto tão gratificante, construindo um dos pilares da indústria de entretenimento nacional. E assim, poder motivar outros “visionários”, que também já ouviram muito sobre “teimosia”, “coisas de criança”, e outros “elogios” do tipo, que só nos servem de matéria prima para a construção de nosso sonho, no qual vislumbramos uma forte indústria de entretenimento brasileira, que empregará milhares de pessoas, terá total incentivo de nossos governos, e irá gerar muitas divisas para o nosso tão talentoso País.
Ainda bem que trabalhamos com super-heróis, vivemos neste “planeta empreendedorismo”, já recebemos nossos poderes “intergalácticos visionários”, e hoje, temos uma equipe superpoderosa, disposta a tudo para concluir com sucesso está fantástica missão!
Afinal pessoal, estou aprendendo que este mercado realmente é para “gente grande”! E nele, somente “loucos” e “teimosos” superempreendedores conquistam espaço e se estabelecem!
*Fábio Azevedo
Empresário, Diretor de Desenvolvimento e Relacionamento com o mercado dos Guerreiros da Tempestade. Escritor, roteirista, professor, palestrante, consultor de negócios na área imobiliária e de franchising. Colunista e articulista, escreve no Brasil e exterior para várias revistas, jornais, sites e portais na internet, sobre vendas, networking, gestão, liderança, franquias, marketing, estratégia, inovação e empreendedorismo.
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos
Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos
Sólon Cunha*
Práticas agressivas de Recursos Humanos (RH) visando o lucro sem fronteiras é coisa do passado. Assim como a política paternalista que pratica o assistencialismo puro, não permitindo ao trabalhador que se aprimore. O bom gestor cuida da qualidade de vida e da saúde de seus trabalhadores, agindo com transparência e estimulando o progresso das pessoas que, em última análise, serão o futuro do seu empreendimento.
Parceiros, clientes e fornecedores, buscam o que denomino de "equilíbrio sustentável" nas relações humanas e a sociedade exige que se trate os trabalhadores com respeito e dignidade. O consumidor integra esse grupo, porque rejeita ofertas de organizações que se mostram displicentes nas relações humanas; e no futuro escolherá produtos e serviços das empresas com o RH sustentável. Acredita-se que essa evolução fará com que apenas os corretos sobrevivam.
A sustentabilidade em recursos humanos é o equilíbrio das relações e das decisões. É olhar para o próximo com o mesmo carinho que gostaria que olhassem para Você. Gerenciar o departamento de RH é gerir pessoas, depois carreiras e, enfim, resultados, nessa ordem. O excelente resultado é sempre obtido pelo grupo de bons profissionais, com carreiras construídas na devida maturação, suportadas pelo caráter de boas pessoas. A fórmula mostra que o resultado é a conseqüência da política sustentável.
No gênero, o RH sustentável é definido como uma política de gestão de pessoas que seja focada no socialmente justo, de modo aceito pela cultura local, estimulando atitudes ecologicamente corretas mas, sempre, mostrando-se economicamente viável.
Para começar, o gestor de RH não deve julgar o trabalhador por seu sexo, cor, idade, religião ou classe social e, sim, buscar a diversidade de pessoas. Cada ser humano é criado dentro de características diversas e cresce com experiências e história de vida distante do "padrão" imaginário de seu empregador. Existem CENTENAS de estudos que demonstram que a diversidade de pessoas na empresa é fundamental na busca de resultados. É muito importante prestigiar a heterogeneidade na formação da equipe: várias classes sociais, religiões, casados e solteiros, etnias diversas. Grupos que analisarão a diversidade de desafios com as mais variadas opções de solução.
Toda empresa, independentemente das quotas exigidas em lei, deve contratar pessoas com deficiência (ou Portadores de Necessidades Especiais PNE), não só para que sejam "incorporadas" à sociedade, mas, também, para que os demais trabalhadores aprendam o quão rica será essa convivência. Os relatos de pessoas que têm na sua equipe um PNE são impressionantes. Acreditem: é uma experiência a ser vivida.
A carreira deve ser desenvolvida de forma a satisfazer as necessidades dos presentes, no entanto, sem comprometer as gerações futuras. Gestão de carreira passa pela formação de talentos, criação de gestores, retenção de pessoas talentosas e passagem do bastão, com despedida e aposentadoria digna aos que se retiram. Aposentados que podem ser revisitados como consultores e verdadeiros conselheiros.
Equilibrar o convívio das comunidades humanas com o meio ambiente também é função do RH. Algumas empresas chegam a vincular as metas de remuneração variável a incentivos à reciclagem e a reutilização de materiais e ao uso racional de água e energia elétrica.
A prática do RH sustentável se estende aos "terceiros" que prestam serviços ao tomador, numa vigilância técnica e procedimental. Não se deve contratar terceiros que tenham relações precárias com os trabalhadores. Essa vigilância se estende ao pagamento de impostos e tributos pelo contratado. Existe a busca pelo equilíbrio do balanço financeiro, mas com políticas trabalhistas justas. A precarização é combatida por toda a sociedade como, por exemplo, na erradicação do trabalho infantil e do trabalho forçado. Terceirização não é a desobrigação de encargos sociais, nem a redução de salários, ou a subcontratação de fornecedores, nem modismo administrativo ou remédio para crises contingências. A terceirização busca a contratação de serviço (e não de pessoas) de empresa especializada, reduzindo custos e perdas, em busca da melhor produtividade.
O RH do bem tem como Valores: a Ética, a Humanização, a Excelência Técnica, a Confiabilidade, a Capacitação Profissional, o Compromisso Social, a Isonomia de Tratamento
* Sólon Cunha é advogado, mestre e doutor em direito trabalhista e sócio do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Conferir "A Alegria de Atender - Curso de Atendimento ao Cliente com desconto para os membros Revista Partes" em Revista Partes
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Ser bem atendido....
| Artigo: Você não precisa comprar para ser bem atendido... Ou será que precisa? |
| Se você questionar à um profissional de vendas se a abordagem que realiza tem como principal direcionamento o produto, ou a abordagem é centrada no cliente, qual será a resposta? Pode parecer assustador, mas há pessoas que atuam no contato direto com o cliente, pessoalmente ou por telefone, que podem demorar um bom tempo para responder esta pergunta, pois na realidade, somente oferecem um bom atendimento se o comprador demonstrar algum sinal de compra. Quando a pessoa direciona a abordagem no produto, transforma a apresentação em um monólogo, com a ação direta de prometer muito e fazer na prática pouco. Entretanto, quando a pessoa direciona a abordagem comercial para um diálogo interativo, com habilidade para realizar perguntas e envolver o cliente, transforma a apresentação em uma conversa agradável e, como resultado, conquista a credibilidade de prometer o essencial e assumir o que foi acordado. Perceba que há duas opções de abordagem, no entanto, o profissional que atua em vendas, jamais deve prestar um bom atendimento somente ao cliente que demonstrar interesse de compra. Há vendedores, balconistas e gestores de vendas que gostam de afirmar que o diálogo com o cliente, mais parece um brainstorm do que propriamente a ação de vender. Em outra perspectiva, há pessoas despreparadas, que não são capazes de realizar um esforço para mostrar um diferencial, se o cliente logo no início do contato comentou que esqueceu a carteira com o talão de cheque e os cartões de crédito em casa. Parece incrível, mas existem pessoas mal preparadas para atender que ao contrário de atrair clientes, são capazes de afastar para sempre o consumidor, principalmente por não praticar um bom atendimento. Realize a leitura, aplique as duas sugestões a seguir e perceba que o cliente, não precisa comprar para levar da sua empresa, uma imagem positiva com credibilidade, valorização de relacionamento e desejo de voltar. Exercitar o treinamento de ouvir com sintonia fina - Quando era criança, lembro que meu avô, tinha apoiado em uma estante, um rádio de madeira que funcionava através de sistemas de válvulas. Cada frequência de rádio exigia o esforço de girar o botão da sintonia fina para encontrar a perfeição. O detalhe é que minha avó tinha como hábito ouvir a missa e meu avô, assim que terminava a celebração, girava os botões para sintonizar outras estações de rádio. Ao recordar este fato da minha infância, percebo que cada cliente requer um esforço de encontrar a sintonia perfeita através do diálogo e da empatia. Note que quando duas lojas vendem o mesmo produto, com o mesmo preço, o que faz a diferença é o atendimento oferecido pelo profissional de vendas. Quantas vezes você comprou algo que não precisava, mas o atendimento fez a diferença? Quantas vezes você pagou um pouco mais, pois o atendimento justificou? E na sua equipe de vendas, as pessoas percebem que cada cliente exige a adaptação de uma sintonia fina? Praticam o exercício de ouvir atentamente as reais necessidades dos clientes? Exercitar o treinamento de transformar o curioso em comprador - Quem trabalha no comércio varejista, com certeza já ouviu o cliente responder que somente está dando uma olhadinha. Deixar o consumidor observar a mercadoria é algo aceitável, mas a ação inaceitável é abandonar o cliente no interior da loja. O grande desafio está em transformar o curioso cliente em um comprador. Perceba que em muitas ocasiões, desejamos realizar uma campanha de vendas com o nosso entendimento, não com o pensamento e desejo do cliente. Percebeu a diferença? Para transformar o curioso em comprador é necessário usar empatia e observar a situação comercial com os olhos do cliente, para que desta maneira, seja possível entender o ponto de vista do consumidor. Em alguns casos, um cliente pode entrar na loja por ser um curioso, mas passa a ser um comprador quando percebe a aproximação coesa de abordagem, atenção, cortesia e respeito. O cliente não precisa comprar para ser bem atendido e a forma mais eficaz de descobrir o que realmente o cliente deseja, está centrada na ação de fazer o consumidor descrever suas necessidades e o que verdadeiramente deseja adquirir. Observe que quando um cliente entra na loja e, por algum motivo não realiza a compra, acaba por levar da sua empresa alguma imagem sobre atendimento, a organização, o clima de trabalho, a limpeza e o cuidado dos funcionários com a apresentação e zelo pelos produtos. Quantas vezes você já foi a algum lugar e desistiu de comprar, pois as pessoas estavam descontentes com o trabalho? Quantas vezes você entrou em uma loja e não comprou, pois o vendedor esqueceu de planejar uma venda futura? Aplique as duas sugestões apresentadas e perceba que ao melhorar o diálogo com o cliente, aumenta o resultado no envolvimento com a marca, com a empresa e com o atendimento oferecido. |
