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Mostrando postagens de janeiro, 2026

Por que estamos tão cansados? Psicólogo denuncia a cultura da exaustão

Especialista em saúde mental, Lucas Freire expõe os perigos da produtividade 24/7, mostra como identificar as prisões neurológicas e apresenta o poder transformador da ludicidade Com mais de 470 mil brasileiros afastados do trabalho por transtornos mentais somente em 2024, a busca por alternativas que promovam leveza e significado se tornou urgente. É nesse contexto no qual a exaustão deixou de ser exceção e se tornou a regra que o psicólogo  Lucas Freire , referência nacional na ciência do Playfulness, publica  Exaustos: Imaginando saídas para o cansaço diário , lançamento da  Buzz Editora .  Logo nas primeiras páginas, Freire dá nome a um mal compartilhado socialmente: a exaustão crônica. Segundo o especialista que soma mais de 20 anos de experiência na área de saúde mental, as pessoas estão inseridas em uma sociedade acelerada. “A lentidão é confundida com ineficiência, o tempo tornou-se fardo e a multitarefa, falsamente celebrada como virtude, se mostra...

O medo de ficar obsoleto pode impulsionar a inovação nas organizações

    Por: Iván López , Global VP Corporate Sales de ODILO   Iván López, Global VP Corporate Sales de ODILO A incorporação de inovações tecnológicas ao ambiente de trabalho representa uma grande vantagem em termos de redução de tempo, eficiência e produtividade. No entanto, como toda mudança, também traz uma série de desafios. Um dos mais evidentes é a necessidade de que os profissionais se adaptem ao uso e à gestão desses avanços.   Como consequência, o medo de se tornar obsoleto, ou FOBO ( Fear of Becoming Obsolete , na sigla em inglês), está cada vez mais presente e se tornou uma das principais preocupações entre trabalhadores de diferentes áreas. E não sem motivo. De acordo com a 5ª edição do relatório  Futuro do Trabalho , elaborado pelo Fórum Econômico Mundial em conjunto com a Fundação Dom Cabral , cerca de 40% das habilidades consideradas essenciais hoje estarão ultrapassadas em 2030.   Segundo o estudo, entre as empresas brasileiras, 90% pretendem ...

Futuro Alpha: por que sua empresa deve aprender com a Geração Z agora

Nascidos entre 1997 e 2010 ajudaram a criar um mapa de boas práticas que orienta empresas a se conectarem melhor com a nova geração   Enquanto as empresas ainda se adaptam à Geração Z , os primeiros representantes da Geração Alpha já estão a caminho do mercado de trabalho. Segundo  dados  do Censo do IBGE de 2022 , a população de até 14 anos ultrapassa os 40 milhões, representando 19,8% da população brasileira. Essa nova geração traz um conjunto de expectativas e habilidades que exigirão uma transformação ainda mais profunda no mundo corporativo. Mas a experiência recente com os colaboradores da Geração Z pode servir, na verdade, como um ‘mapa de boas práticas’ para se preparar para os Alpha.  Para Wilma Dal Col , diretora de  Recursos   Humanos  do ManpowerGroup , líder global em soluções de força de trabalho, as lições aprendidas com a Geração Z — como a flexibilidade nos formatos de trabalho (remoto/híbrido), a comunicação mais horizontal, a ênfase...

Programa Empresa Saudável da ABRH Brasil abre inscrições para edição 2026

  Iniciativa referência em saúde corporativa , o PES amplia sua jornada com foco em bem-estar, cultura organizacional e performance   Divulgação ABRH Brasil   São Paulo, 15 de janeiro de 2025  — O Programa Empresa Saudável (PES), principal iniciativa da Associação Brasileira de  Recursos Humanos  (ABRH Brasil) voltada à promoção da educação em saúde corporativa, está com as inscrições abertas para a edição 2026, reforçando seu compromisso com a transformação da saúde no ambiente de trabalho e o desenvolvimento sustentável das organizações.   A jornada do PES em 2026 terá início em março e se estenderá ao longo do ano, combinando momentos de conhecimento, discussão de cases, encontros temáticos e capacitação prática.   “Desde sua criação, o Programa Empresa Saudável consolidou-se como um referencial nacional em boas práticas de saúde no trabalho, já beneficiando diretamente mais de 517 mil colaboradores em diferentes setores da economia”, comenta...

Do bem-estar à performance sustentável: a Felicidade Interna Bruta como diferencial estratégico na gestão de pessoas em 2026

  Por Elaine Bernardes , diretora de Gente da Leega Consultoria* Imagem/divulgação: Leega Poucas expressões parecem tão distantes do universo corporativo quanto “Felicidade Interna Bruta (FIB)”, índice criado no Butão e endossado pela ONU , que avalia saúde mental , senso de propósito , capital social e qualidade do tempo livre . No entanto, ao se inspirarem nas métricas da FIB, como o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, líderes de Recursos Humanos descobrem formas de gerar valor que vão além dos relatórios financeiros. Empresas que integram o bem-estar às suas estratégias de gestão reduzem a rotatividade, aumentam a produtividade e fortalecem sua reputação no mercado. Simples assim: o engajamento cresce, o turnover diminui e a inovação floresce.   Mais do que um indicador, a FIB propõe uma mudança de paradigma que é colocar as pessoas no centro das decisões. Quando o bem-estar deixa de ser um benefício secundário e passa a ser uma prioridade estratégica, a saúde...

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